• Sama é condenada a pagar exames médicos por 30 anos a ex-funcionários contaminados com amianto
  • Talco contaminado: J&J coloca subsidiária recém-criada em falência por caso de talco com amianto
  • Há 10 anos, Austrália enterrou 23 aviões F-111 aposentados; Todos continham amianto
  • Debate no Brasil aborda experiência portuguesa na remoção do amianto
  • Quando querem, sabem fazer, mas foi mais fácil e barato sacrificar vidas inocentes com sua tecnologia mortal: o AMIANTO
  • Guerra ao terror:
  • Produtora de amianto controlada da Eternit, Sama retoma atividades
  • Comissão de Meio Ambiente propõe lei para banir amianto de São Carlos
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ENTIDADES REGIONAIS QUE LUTAM PELO BANIMENTO DO AMIANTO EM OUTROS ESTADOS

  • 1 Rosa Weber promete decidir com rapidez sobre amianto - Jornal O Popular
  • 2 Eternit deixa de usar amianto na produção de telhas
  • 3 Chineses vão explorar 10 mil quilates de diamantes por mês no Sul do Piauí
  • 4 Parceria Incor, Abrea e MPT completa um ano e avança no atendimento às vítimas do amianto
  • 5 As 100 toneladas de amianto que tornam o paquete Funchal perigoso
  • 6 ATÉ QUANDO TEREMOS DE ESPERAR PARA A ANVISA TESTAR OS TALCOS E COSMÉTICOS NO BRASIL QUE PODEM ESTAR CONTAMINADOS COM O CANCERÍGENO AMIANTO?
  • 7 Processos contra Johnson&Johnson derrubam ações da marca e preocupam clientes
  • 8 Empresa é condenada a pagar tratamento vitalício para expostos ao amianto
  • 9 Mineração Serra Verde investe US$ 170 Mi em projeto em Goiás
  • 10 Direto de Minaçu: A CRÔNICA DA MORTE ANUNCIADA DA SAMA/ETERNIT. Não foi por falta de aviso! É chorar em cima de leite derramado.
  • 11 Atlas traz ações que podem reduzir morte por câncer ligado ao trabalho
  • 12 Condenan a Pizarreño en insólito caso de mujer que murió de cáncer por asbesto
  • 13 Amianto: saiba quais os perigos do produto
  • 14 Um ano após banir o amianto no Brasil, STF ainda não publicou sentença; Rosa Weber diz que sua parte já foi liberada; para Fernanda Giannasi, ‘escárnio’
  • 15 Falta de locais adequados impede descarte correto de amianto em SP
  • 16 Em carta aos líderes do G20, ativistas antiamianto mundiais apelam por ação global para proibir a fibra assassina
  • 17 Justiça inglesa obriga empresa que espionou ativistas antiamianto a indenizá-los; Fernanda Giannasi elogia a “punição exemplar”
  • 18 Tudo começou com projeto de uma telha de fibra de coco para substituir o amianto
  • 19 Fernanda Giannasi será homenageada pelo Instituto Ramazzini, na Itália
  • 20 Abrea perde João Batista Momi, um dos fundadores da entidade, vítima do amianto
  • 21 Seminário e lançamento do livro: “Direito ambiental do trabalho. Apontamentos para uma teoria geral”
  • 22 A cidade canadense que tenta enterrar seu passado tóxico
  • 23 Dr. Ubiratan de Paula Santos em Bom Jesus da Serra
  • 24 MPT discute situação de contaminação por amianto em operários de fábrica em Capivari
  • 25 Passivo da Brasilit/Saint-Gobain: MPT debate com ex-empregados expostos ao amianto os danos à saúde a longo prazo
  • 26 Audiência em Capivari discute saúde de trabalhadores expostos ao amianto pela Brasilit
  • 27 Perda de pulmão por trabalho com amianto gera indenização de R$ 1 milhão
  • 28 I Seminário do Sudoeste Baiano sobre o Amianto
  • 29 Mortes silenciosas - Décadas depois de contato com amianto, trabalhadores adoecem e obtêm indenizações - antes negadas pela Justiça
  • 30 Com empenho e dedicação, Advogados da ABREA/SP obtém outra sentença contra a ETERNIT
  • 31 Sentença do TRT do Rio Grande do Sul condena Brasilit/Saint-Gobain a mais de R$ 1 milhão por trabalhador exposto e morto pelo amianto
  • 32 EM VALOR ECONÔMICO: Denúncia sobre as estratégias empresariais para escamotear sua produção perigosa
  • 33 Vitória contra o amianto
  • 34 Empresas são obrigadas a pagar indenização por uso de amianto
  • 35 Osasco pode ter monumento em memória às vítimas do amianto
  • 36 Audiência Pública “RIO SEM AMIANTO!” convocada pela Comissão do CUMPRA-SE!
  • 37 Banimento do amianto: as conquistas de uma luta que precisa perdurar.
  • 38 A cidade onde nevava Amianto
  • 39 Entidades representativas das vítimas do amianto do Brasil e do Reino Unido se juntam na luta por justiça para os atingidos pela fibra assassina
  • 40 Estudo de caso: Mesotelioma de Pleura em mecânico-soldador
  • 41 AMIANTO terá mais uma mesa de debates no ABRASCÃO esta semana no Rio de Janeiro.
  • 42 O pó da discórdia
  • 43 UFBA e AVICAFE se encontram no combate ao amianto
  • 44 UFBA e AVICAFE se encontram no combate ao amianto
  • 45 Viva Maria: Após condenação sobre talco com amianto, associação quer análise do cosmético no Brasil
  • 46 Segundo nos é informado hoje pelo IBAS-International Ban Asbestos Secretariat
  • 47 BANIMENTO DO AMIANTO NO BRASIL é homenageado no Parlamento Britânico em sessão do sub-comitê do amianto do Grupo Parlamentar Suprapartidário em Segurança e Saúde Ocupacional no dia 26 de junho de 2018
  • 48 UMA TRAGÉDIA SOCIOAMBIENTAL DE PROPORÇÕES AINDA IGNORADAS
  • 49 Abaixo-assinado
  • 50 Revista ABREA - Fibra da Morte

 Publicações

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Eternidade

O livro narra a construção social do banimento do amianto no Brasil a partir do próprio movimento social, que foi constituído à medida em que as vítimas da “catástrofe sanitária do século XX” se tornaram visíveis e diagnosticadas...
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Fotos da ABREA

A história da Abrea e de sua luta pelo banimento do amianto em imagens. São momentos que retratam as ações das vítimas, de seus familiares, de médicos e especialistas que, ao longo de mais de 20 anos, realizam...
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Banimento no mundo

Muitos países no mundo criaram legislações para banir o amianto em seus territórios. Num caminho sem volta, a União Europeia e parte da Ásia, da África, boa parte da América do Sul já baniram o mineral. O Brasil...
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Documentos ABREA

Reunião de uma série de documentos relativos às resoluções de congressos, conferências e seminários e muito mais ao longo de uma história de luta pelo banimento do amianto, em prol da vida e contra ganância do grande capital.
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Banco de Sentenças

“Banco de Sentenças Judiciais” usa a plataforma JusBrasil para que estudiosos em Direito mergulhem nas decisões para extrair e analisar criticamente o que há de melhor (e pior) nestes embates jurídicos.
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Mapa do Banimento do Amianto no Brasil

Um mapa detalhado com todas Leis e Projetos de Lei apresentados no país sobre o banimento do amianto. Nele é possível compreender como legislações locais foram capazes de fortalecer e banir o amianto no país.
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CONDENAÇÃO ETERNIT

Informes publicados na mídia tentam minimizar os efeitos da condenação

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Livro A Lã da Salamandra

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Memorial das Vítimas do Amianto

 Saiba mais sobre o Amianto

sobre amianto

O QUE É AMIANTO?

O amianto ou asbesto é uma fibra mineral natural sedosa que, por suas propriedades físico-químicas (alta resistência mecânica e às altas temperaturas, incombustibilidade.
Saiba mais
doenças

DOENÇAS

Doenças profissionais provocadas pelo amianto no Brasil e a construção dos contra-poderes: Uma abordagem em saúde, trabalho e genêro.
Saiba mais
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DENUNCIE

Faça uma denúncia contra lojas que comercializam produtos que contém amianto. Garantimos o anonimato e o sigilo de suas informações.
 
 

 Artigos

3.1 Conceição Lemes-min.jpeg

Conceição Lemes

Conceição Lemes há mais de 30 anos atua como jornalista especializada em saúde e já ganhou mais de 20 prêmios. Abordou os perigos e as vítimas do amianto diversas vezes como co-editora do site Viomundo e Blog da Saúde.
Veja suas principais matérias.
3.2 Eliane Brum-min.jpeg

Eliane Brum

Eliane Brum é uma jornalista, escritora e documentarista brasileira e ganhou mais de 40 prêmios nacionais e internacionais de reportagem. Tem diversos matérias e artigos sobre o luta contra o amianto.
Reproduzimos parte delas aqui.
3.3 História das ABREAS-min.jpeg

História das Abreas

Durante o III Encontro Nacional das Abreas, as entidades que lutam para o fim do uso do amianto e por reparação pelos danos causados às famílias dos trabalhadores contaminados, apresentaram suas histórias.
Conheça essas marcantes histórias aqui.
  • Publicações
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Amianto ou Asbesto

O inimigo mortal que ronda nossas vidas.

SAIBA MAIS


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Revista ABREA - Fibra da Morte

Saiba como chegamos à vitória do banimento do amianto no STF

SAIBA MAIS


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MESOTELIOMA

Conheça este tumor que envolve o pulmão e é causado pelo amianto

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Debate no Brasil aborda experiência portuguesa na remoção do amianto

O Brasil debate um novo capítulo do amianto no país e começa a pensar os processos de desamiantagem. Uma lei pioneira na capital de Santa Catarina condiciona a aprovação de construção, reconstrução, ampliação, reforma e traslado no município à apresentação de comprovação da inexistência de quaisquer tipos de asbesto no empreendimento.

Atenta à questão, a Fundacentro criou um projeto sobre os possíveis impactos desse processo e realizou o Seminário on-line “Remoção do Amianto: os desafios de Florianópolis na aplicação da Lei Municipal 10.607/2019″.

“A remoção é uma questão nova, fomos procurados em 2019 para opinarmos sobre a lei e apresentamos as diversas questões ocupacionais que nos preocupava”, conta a tecnologista da Fundacentro, Valéria Pinto. Assim foi criado o projeto “Possíveis impactos do processo de remoção do amianto (desamiantagem) previsto pela aplicação da Lei Municipal nº 10.607/2019, em Florianópolis”, coordenado por ela. Um dos objetivos é fornecer boas práticas de remoção.

“Esta lei municipal é uma ferramenta importantíssima porque exige, ao construir ou reformar, uma comprovação da inexistência do amianto. Fica aqui nosso comprometimento como Assembleia Legislativa de estar junto nesta caminhada”, afirma o deputado estadual Padre Pedro na abertura do evento.

A coordenadora da SOS Amianto e secretária da Subcomissão para a Criação da Norma Portuguesa para a Remoção do Amianto, Carmen Lima, também participou do seminário, na mesa – “Aspectos legais relacionados ao amianto e sua remoção, o contexto brasileiro e experiências internacionais” – e falou sobre as ações de Portugal.

O país teve três fábricas que utilizavam amianto crisotila vindo do Canadá. A incorporação se deu entre 1960 e 1990, mas se percebe algum uso após 2000. O amianto foi mais usado em telhados, especialmente na década de 1980, com aplicações em escolas e edifícios. Também era utilizado em alcatifa (tipo de carpete), tetos falsos, fitas, cordões e em materiais importados.

A proibição do uso da fibra em Portugal ocorreu em 2005. A remoção começou a ser vista em 2007. Em 2014, houve a publicação de uma listagem de edifícios públicos passíveis de conter asbesto. No ano seguinte, parecer considerou a questão do amianto prioritária. A proposta é que haja a erradicação completa na Europa até 2032.

A Lei n.º 63/2018, referente à “Remoção de amianto em edifícios, instalações e equipamentos de empresas”, estabelece a definição de um Plano para identificação de edifícios, instalações e equipamentos com amianto, o que seria cumprido em um ano. Assim ocorreu o registro de edifícios particulares que usaram a fibra. Em 2020, começou o Programa para a remoção do amianto em escolas portuguesas.

Carmen Lima aponta que ainda há preocupações como o abandono de resíduos com amianto em terrenos baldios e a necessidade de empresas especializadas na remoção. Por outro lado, já existem tecnologias de ponta para a proteção de trabalhadores. As experiências de Portugal e Brasil mostram que ainda há um longo caminho a ser percorrido para que esse passivo ambiental seja resolvido.

Meio ambiente e saúde

O presidente da Abrea (Associação Brasileira dos Expostos ao Amianto), Eliezer de Souza, destaca a importância de se olhar para o passivo ambiental do amianto. “Um debate amplo e democrático. Tema que envolve a saúde do trabalhador e a contaminação do meio ambiente, está presente nas telhas e caixa d’água, afeta a população como um todo”, completa o presidente da Fundacentro, Felipe Portela.

“Que esse material seja substituído e sua remoção seja adequada. Hoje não se justifica mais sua utilização. Há outras fibras não prejudiciais à saúde. A Lei de Florianópolis é uma iniciativa muito importante”, afirma o presidente do Crea/SC (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia), Carlos Xavier.

Eduardo Algranti, médico e pesquisador da Fundacentro, destacou trabalho feito na Itália, o qual mostra que o risco de mesotelioma dobrava quando se convivia com alguma pessoa exposta ao asbesto. Já estudo feito na Colômbia aponta para casos entre jovens, o que mostra que a exposição começou na infância e evidencia a relação com o meio ambiente.

São trabalhos diretamente associados à exposição ao asbesto: mineração, ensacamento transporte e armazenamento dessa fibra; fabricação de artefatos de cimento-amianto, de materiais de fricção, de tecidos não combustíveis e de papelões especiais; filtros de bebidas e produção de cloro-soda; isolamento térmico de equipamentos industriais; e revestimento de fornos.

Também há os trabalhos associados à exposição inadvertida ao asbesto – construção civil, manutenção industrial, mecânica de autos, demolições e disposição de resíduos –, e as exposições ambientais: familiares de trabalhadores que lidam com asbesto; moradores de proximidades de indústrias que o processam; e afloramentos naturais da fibra.

“Quem trabalha em áreas com rejeitos de amianto tem risco de mesotelioma aumentado. A exposição ambiental é um problema”, alerta Algranti. “É importante que as áreas contaminadas sejam mapeadas, e os serviços de vigilância em saúde utilizem essas informações”, completa.

Nesse contexto, o médico considera o projeto sobre desamiantagem um marco nesta nova fase do amianto no Brasil. O pico de consumo dessa fibra ocorreu do final dos anos 1980 ao início da década de 1990, mas o uso só foi proibido em 2017 pelo Supremo Tribunal Federal. Ainda assim a mina existente em Goiás voltou a funcionar para exportação por conta de uma lei estadual, que está em julgamento pelo STF.

“A luta contra amianto se deu pela mobilização social”, recorda Algranti. Um dos ícones é Eliezer João de Souza, trabalhador contaminado por amianto em Osasco/SP. No evento, Eliezer contou uma pouco dessa história marcada por um “coletivo muito forte”. “Eu me emociono porque perdemos pessoas muito boas, continuamos lutando em nome deles também”, afirma o presidente da Abrea e defende que agora luta para acabar com esse passivo ambiental.

Para tanto, é preciso pensar na destinação desses produtos. “O Projeto de Santa Catarina é piloto, primeiro do Brasil se dispondo a isso. A partir dele, teremos noção do manejo mais adequado. Haverá casos que será melhor manter o material, outros não. Isso requer empresas especializadas. Passa não só pela remoção, mas também pela conservação e isolamento. No Brasil, estamos começando”, conclui Eduardo Algranti.

O médico explica que existe um período de latência longo desde o início da exposição ao amianto até a ocorrência de doenças. Essa fibra pode causar espessamento pleural, derrame pleural, asbestose, câncer de pulmão, mesotelioma, câncer de laringe e câncer de ovário.

O espessamento pleural é a mais frequente doença relacionada ao asbesto e, com os anos, as placas pleurais tendem a calcificar. A asbestose é uma doença de cunho ocupacional e de alta latência, que causa placas pleurais. Como tem a ver com a dose de exposição e o tempo, encontra-se em declínio.

O mesotelioma, tumor com alta fração atribuível à exposição ao asbesto, também tem longo período de latência, mas não possui relação com a dose. A sobrevida dessa doença é baixa, de 12 meses, e as taxas de incidência e letalidade são muito próximas. Praticamente todos que desenvolvem essa doença falecem por causa dela. Já o câncer de pulmão é a neoplasia mais frequente, normalmente, relacionado à dose-resposta. O risco de adoecimento cresce com o aumento do tempo de exposição e dose cumulativa.

O pesquisador apresentou dois estudos ecológicos. “No primeiro, demonstrou-se que no município de Osasco, diferentemente da tendência no estado de São Paulo, a mortalidade por câncer de pulmão em homens persiste em elevação. Uma análise recente ainda não publicada mostrou que em um grupo de municípios em que houve atividades de mineração de amianto e indústrias de cimento-amianto houve risco aumentado de óbitos por câncer de pulmão e de ovário, além do mesotelioma e das doenças não malignas relacionadas ao asbesto”, explica Algranti. A dificuldade no diagnóstico e os sub-registros são outros fatores a serem levados em conta.

Aspectos legais

A procuradora regional do Trabalho e coordenadora da Codemat (Coordenadoria Nacional de Defesa do Meio Ambiente do Trabalho), Márcia Aliaga, apresentou os aspectos legais relacionados ao amianto e sua remoção na segunda mesa do dia. “Não há leis específicas para a remoção do amianto, mas há um conjunto de normas”, explica.

A Convenção 162 da Organização Internacional do Trabalho (OIT) aborda a questão da remoção do amianto. Antes de iniciar os trabalhos de demolição, é preciso criar um plano que vise à segurança dos trabalhadores, limite a emissão de pó de amianto no ar e providencie a eliminação dos dejetos que contenham a fibra.

Já o Anexo 12 da NR 15 aponta que “responsáveis pela remoção de sistemas que contêm ou podem liberar fibras de asbesto para o ambiente deverão ter seus estabelecimentos cadastrados junto ao Ministério do Trabalho e da Previdência Social/Instituto Nacional de Seguridade Social”. A norma também fala sobre avaliação ambiental, mas tem limite de tolerância desatualizado, e prevê o acompanhamento da saúde do empregado após a demissão por 30 anos.

Márcia Aliaga também falou sobre o Programa Nacional de Banimento do Amianto do Ministério Público do Trabalho (MPT), que existe desde 2012 e acompanha a questão, tanto pela via judicial, como através de incentivo à criação de políticas públicas.

 

Link para a matéria: https://www.mundolusiada.com.br/acontece/debate-no-brasil-aborda-experiencia-portuguesa-na-remocao-do-amianto/

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